Todos nós somos assolados pelo sentimento de culpa
Por algo que poderiamos ter evitado
—Porque você inventou isso tudo? Nossa… como eu fui estúpida.
—Normalmente você é muito mais do que imagina ser.
—Qual é a sua, Augusto? Eu não estou conseguindo te entender.
—Você quer mesmo saber?
—Você precisa me dar uma explicação, não acha?Por coisas que constantemente dizemos sem pensar
Sander estava bem próximo de nós, vi-o se aproximando de mim de forma muito rápida, antes estendeu sua mão para que Julia se levantasse. Senti cheiro de encrenca, mas não me intimidei.
—Porque você não empurra alguém do seu tamanho? Ou que seja do mesmo sexo que você. O que você acha? Homem pra homem… Tem medo de apanhar?
––Quem é você? Acabou de chegar aqui… Porque não toma conta da sua vida, se for bolsista então... Cala a sua boca!
—Não sou bolsista não.
Por pecados que cometemos
Caio retirou de dentro da calça uma arma. Um revolver prateado, muito pequeno, porém assustador.
—O que você vai fazer, Caio? Você não deveria estar andando com uma coisa assim, sabia? Passa isso para mim. —A tentativa de Renato foi em vã. Ele apontara a arma em minha direção. Pegou no bolso o aparelho celular, três dígitos apenas, estava na escuta.
—Em nenhum momento eu gostaria de ter feito isso, Augusto. Mas você é o culpado. A culpa é sua, cara.
—Você não vai fazer isso, seu imbecil! —Fora prudentemente repentino o movimento de Carol… em velocidade correu e com palmas contra o peito de Caio, lançou-lhe dentro do rio. Eu apenas o vi caindo na água, soltando o celular.
Mas apenas alguns são condenados e culpados pelo que fizeram
Dias de Chuva
parte II
parte II
um livro de Antonio Carlos Bernardes
Músicas de Dias de Chuva
Nesta quarta
NOVO: 34 "Belos e Malditos "

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